Bárbara X Vallentina
Antonnio Benini, apresentou os integrantes de sua orquestra, e cantou uma última canção chamada I Hear Your Voice, que ganhou o Oscar de melhor canção no filme Intuição. O tenor pedira a Marcello para que na última canção, as luzes do salão se acendessem pois queria ver o rosto de cada um na platéia. Mas na realidade Antonnio ficara exaltado pela presença de Bárbara ali no recinto e desejava olhar para ela mais um vez. Não era todo dia que ele tinha a nítida sensação de estar olhando para sua mulher.
Cantando sua música preferida, ele lembrava do quanto Valentina, fora importante em sua vida. Até em sua morte ele aprendera com ela. Valentina, morrera de câncer há 5 anos atrás, e lhe deixara marcas profundas. Ele a considerava sua alma gêmea., desde a primeira vez em que a viu, ele soube que ela seria o amor de sua vida e de sua morte como costuma dizer. Desde seu falecimento, Antonnio tornou-se um homem ligado ao lado espiritual da vida. Entendia que para toda causa tinha um efeito, e interpretava a doença de sua mulher como uma dívida de vidas passadas de ambos. Se enganam aqueles que pensam que o resgate de vidas passadas é somente para quem tem a doença ou o infortúnio. Ele tinha consciência de que o resgate de sua mulher era também o seu, e eles deveriam enfrentá-lo juntos e fora o que fizeram.
Considerava a vida um aprendizado que deixava marcas na alma. Essas marcas seriam como memórias espirituais que carregamos ao longo de nossas vidas e que a medida que evoluímos vão se desaparecendo gradativamente.
De sua mesa, Bárbara conseguia perceber o olhar acalentador do tenor. Antonnio tentava não fixar seus olhos em Bárbara para não chamar atenção mas a energia que sentia quando olhava para ela era maior.
No final da apresentação, Marcello subiu ao palco para agradecer e convidar o tenor a se assentar em sua mesa e comunicou a todos presentes que quem tivesse pulseiras douradas poderiam participar de uma festa , que ele chamava de privê em sua vila em Toscana.
Desceram do palco e foram se assentar juntamente com Bárbara, Angella e Federico. Marcello apresentou todos ao tenor que se sentia cada vez mais encantado por Bárbara. Ela também sentira uma certa atração por ele. Marcello querendo entrosar o tenor na conversar disse:
- Meus amigos adoraram o show.
- Que bom! È a primeira vez que assistem ao meu show?
- Não! Assisti um show que você deu em Roma. - respondeu Federico
- E vocês? - perguntou Antonnio olhando para Bárbara e Angella
- Foi minha primeira de muitas. Sua voz transmite paz e aconchego. - respondeu Bárbara
- É o que tento passar para todos que ouvem minha música. Fico feliz em saber que de algum modo posso esta lhe fazendo bem. - retrucou Antonnio sem tirar os olhos de Bárbara
- Foi minha primeira vez também. E tive a mesma sensação de Bárbara. - respondeu Angella
- Ganhei minha noite. - replicou Antonnio
- Vai ficar em Veneza até quando? - perguntou Angella
Antonnio ia respondendo quando uma gritaria se fez na entrada do salão, dez pessoas mascaradas e munidas de metralhadoras, entraram tomando conta de todo recinto onde acontecia o baile.
Eles gritavam para que todos ficassem em seus lugares se quisessem continuar com vida. Fecharam todas as entradas e saídas do salão. Passavam pelas mesas olhando o rosto de cada um.
Federico sem saber o que fazer tentou se esconder debaixo da mesa quando um deles apontou e disse:
- Veja tem um ali querendo se esconder peguem-no.
A mesa de Bárbara fora tomada pelos homens, eles pegaram Federico e o algemaram. Um deles disse:
- Levem-no daqui agora.
Saíram todos levando Federico. Bárbara não pode fazer nada. Eles saíram do salão e desligaram a chave de eletricidade deixando todo o recinto no escuro.
- Meu Deus! O que essas pessoas querem com Federico? - perguntou Marcello
- Não sei! Temos que arrumar um jeito de ir atrás e agora. - respondeu Bárbara já se levantando
- Espere! - exclamou Antonnio segurando o braço de Bárbara
- Não posso, tenho que ir atrás antes que seja tarde demais. - respondeu Bárbara
- Mas o que uma mulher sozinha poderá fazer contra esses homens? - perguntou Antonnio
- Não pretendo ir sozinha. Vamos logo, antes que o percamos de vista. – respondeu Bárbara dando a entender que precisaria da ajuda deles
- Mas Bárbara esta tudo escuro, será difícil encontrar a saída. – falou Antonnio
- Bárbara é melhor esperar, você pode levar um tiro sem saber de onde veio nessa escuridão toda. - retrucou Angella
- É vocês tem razão. Mas porque levaram Federico?
- Não sabemos minha querida. Mas tenha calma quando a luz voltar pensaremos em que atitude tomar. - disse Antonnio segurando a mão de Bárbara
O salão do baile, se tornou um caos. As pessoas tentavam achar uma saída naquela escuridão mas de nada adiantava, pois as portas foram lacradas.
Um cheiro forte tomou conta do recinto, as pessoas começaram a ficar sonolentas. Bárbara soube pelo odor forte que a fumaça era de halotano, gás usado para analgesia.. Se a pessoa respirasse aquele ar por mais de 30 segundos cairiam em um sono profundo e só acordariam 8 horas depois. Ela reconhecendo o cheiro disse:
- Tapem o nariz, e tentem respirar o menos possível. Vamos entrem debaixo da mesa. - disse ela entrando debaixo da mesa
- Que cheiro é esse? - perguntou Angella já com o nariz tapado
- Halotano. Esse gás tem efeito anestésico. - respondeu Bárbara
- Como você sabe disso? - perguntou Marcello impressionado com a presteza de Bárbara
- Depois eu lhe explico. Agora façam o que eu disse. Respirem o menos possível.
Antonnio estava surpreso com a reação de Bárbara. Nunca havia visto uma mulher com tanto desprendimento como ela. Além de bonita era também uma mulher prevenida e parecia não se deixar abalar pelas surpresas da vida.
Bárbara parecia e muito com Vallentina, não só fisicamente mas as atitudes eram as mesmas. Antonnio se lembrava que no leito de morte de Vallentina, ela ainda tinha forças para amenizar a dor que ele sentia em perdê-la . Antes de falecer ela disse com um pequeno sorriso em seu rosto sofrido, que a morte não era aquilo que todos pensavam, mas sim uma passagem de um estado para outro assim como a água que se transforma em vapor e depois se torna chuva. Pediu para Antonnio, não lamentar sua morte, pois a morte não dói como a vida. Essas palavras finais de Vallentina soavam como um eco na cabeça de Antonnio. E vendo Bárbara ali ao seu lado, pode sentir a presença de Vallentina, algo que há muito tempo não sentia.
Um feixe de luz surgiu no meio do salão, parecia que uma porta havia sido aberta. Abriram as portas colossais do salão e Elizabeth, Natasha, Catherine e Anna entraram. Catherine e Anna procuravam a chave para acender todo o Pallazzio de novo, enquanto Elizabeth e Natasha andavam entre as pessoas que dormiam no chão do imenso salão. Chamavam por Bárbara quando ouviram:
- Estou aqui! - respondeu Bárbara mexendo na cadeira para que elas pudessem saber onde estava
A luz voltou ao salão , Elizabeth e Natasha puderam chegar na mesa de Bárbara. Centenas de pessoas deitadas no chão transformavam o salão e um imenso albergue.
- Bárbara você esta bem? - perguntou Elizabeth
- Estou e vocês como estão?
- Estamos bem. Onde esta Federico? - perguntou Natasha
- Levaram ele. Vocês não viram? - perguntou Bárbara
- Não! Vimos somente eles carregando uma pessoa algemada, mas estava com capuz, não deu para ver o rosto. E estava tudo muito escuro lá de fora. - respondeu Catherine chegando a mesa
- Esse aqui é Antonnio Benini, Angella e Marcello. - informou Bárbara apresentando seus amigos
- Vocês estão bem? Precisam de alguma coisa? - perguntou Anna
- Estamos sim, graças a sua amiga. - respondeu Antonnio olhando para Bárbara
- O que faremos com essas pessoas aqui? - perguntou Angella
- Não se preocupem já chamamos a polícia e os paramédicos. - respondeu Elizabeth
A imprensa chegou primeiro que a polícia e foram entrando pelo salão a procura de informação sobre o acontecido. A CNN e a BBC já estavam ali fazendo suas matérias ao vivo a respeito do ocorrido.
- Você pode nos dar uma declaração do que aconteceu aqui? - perguntou um repórter para Angella
- Antonnio Benini, o que aconteceu aqui? - outro repórter perguntava
árbara, Anna, Catherine, Elizabeth e Natasha, colocaram as máscaras do baile para não serem reconhecidas pela mídia e seguiram pedindo licença, retirando Antonnio do meio dos repórteres e seguiram para fora do Pallazzio. Angella vinha atrás com Marcello que dava um pequeno relato a imprensa do que havia acontecido ali.
A confusão parecia estar maior de fora do Pallazzio. Vários helicópteros de emissoras chegavam para cobrir um acontecimento que pela primeira vez ocorria no famoso Baile de Máscaras de Veneza.
Elas seguiam com Antonnio, Angella e Marcello, quando uma mão pegou na mão de Elizabeth:
- Venham por aqui!
- Aisha?
- Sim sou eu. Vi no noticiário o que aconteceu . Agora me sigam.
Marcello ficou no Pallazzio, pois como era o organizador da festa tinha várias providências a serem tomadas.
Aisha seguiu com eles pela rua debaixo Caminharam por ela até chegarem, viraram a esquerda e seguiram por uma ruela que dava direto no hotel onde estavam hospedados. O dia já começa a surgir e a névoa dava espaço para os raios de sol que brilhava no céu azul.
- Aisha, muito obrigada por nos ajudar! - exclamou Elizabeth
- Não foi nada. Vocês me ajudaram também! Não se esqueçam que hoje temos aquela reunião e sua amiga Bárbara poderá ir também. Não é mesmo Antonnio?
Cantando sua música preferida, ele lembrava do quanto Valentina, fora importante em sua vida. Até em sua morte ele aprendera com ela. Valentina, morrera de câncer há 5 anos atrás, e lhe deixara marcas profundas. Ele a considerava sua alma gêmea., desde a primeira vez em que a viu, ele soube que ela seria o amor de sua vida e de sua morte como costuma dizer. Desde seu falecimento, Antonnio tornou-se um homem ligado ao lado espiritual da vida. Entendia que para toda causa tinha um efeito, e interpretava a doença de sua mulher como uma dívida de vidas passadas de ambos. Se enganam aqueles que pensam que o resgate de vidas passadas é somente para quem tem a doença ou o infortúnio. Ele tinha consciência de que o resgate de sua mulher era também o seu, e eles deveriam enfrentá-lo juntos e fora o que fizeram.
Considerava a vida um aprendizado que deixava marcas na alma. Essas marcas seriam como memórias espirituais que carregamos ao longo de nossas vidas e que a medida que evoluímos vão se desaparecendo gradativamente.
De sua mesa, Bárbara conseguia perceber o olhar acalentador do tenor. Antonnio tentava não fixar seus olhos em Bárbara para não chamar atenção mas a energia que sentia quando olhava para ela era maior.
No final da apresentação, Marcello subiu ao palco para agradecer e convidar o tenor a se assentar em sua mesa e comunicou a todos presentes que quem tivesse pulseiras douradas poderiam participar de uma festa , que ele chamava de privê em sua vila em Toscana.
Desceram do palco e foram se assentar juntamente com Bárbara, Angella e Federico. Marcello apresentou todos ao tenor que se sentia cada vez mais encantado por Bárbara. Ela também sentira uma certa atração por ele. Marcello querendo entrosar o tenor na conversar disse:
- Meus amigos adoraram o show.
- Que bom! È a primeira vez que assistem ao meu show?
- Não! Assisti um show que você deu em Roma. - respondeu Federico
- E vocês? - perguntou Antonnio olhando para Bárbara e Angella
- Foi minha primeira de muitas. Sua voz transmite paz e aconchego. - respondeu Bárbara
- É o que tento passar para todos que ouvem minha música. Fico feliz em saber que de algum modo posso esta lhe fazendo bem. - retrucou Antonnio sem tirar os olhos de Bárbara
- Foi minha primeira vez também. E tive a mesma sensação de Bárbara. - respondeu Angella
- Ganhei minha noite. - replicou Antonnio
- Vai ficar em Veneza até quando? - perguntou Angella
Antonnio ia respondendo quando uma gritaria se fez na entrada do salão, dez pessoas mascaradas e munidas de metralhadoras, entraram tomando conta de todo recinto onde acontecia o baile.
Eles gritavam para que todos ficassem em seus lugares se quisessem continuar com vida. Fecharam todas as entradas e saídas do salão. Passavam pelas mesas olhando o rosto de cada um.
Federico sem saber o que fazer tentou se esconder debaixo da mesa quando um deles apontou e disse:
- Veja tem um ali querendo se esconder peguem-no.
A mesa de Bárbara fora tomada pelos homens, eles pegaram Federico e o algemaram. Um deles disse:
- Levem-no daqui agora.
Saíram todos levando Federico. Bárbara não pode fazer nada. Eles saíram do salão e desligaram a chave de eletricidade deixando todo o recinto no escuro.
- Meu Deus! O que essas pessoas querem com Federico? - perguntou Marcello
- Não sei! Temos que arrumar um jeito de ir atrás e agora. - respondeu Bárbara já se levantando
- Espere! - exclamou Antonnio segurando o braço de Bárbara
- Não posso, tenho que ir atrás antes que seja tarde demais. - respondeu Bárbara
- Mas o que uma mulher sozinha poderá fazer contra esses homens? - perguntou Antonnio
- Não pretendo ir sozinha. Vamos logo, antes que o percamos de vista. – respondeu Bárbara dando a entender que precisaria da ajuda deles
- Mas Bárbara esta tudo escuro, será difícil encontrar a saída. – falou Antonnio
- Bárbara é melhor esperar, você pode levar um tiro sem saber de onde veio nessa escuridão toda. - retrucou Angella
- É vocês tem razão. Mas porque levaram Federico?
- Não sabemos minha querida. Mas tenha calma quando a luz voltar pensaremos em que atitude tomar. - disse Antonnio segurando a mão de Bárbara
O salão do baile, se tornou um caos. As pessoas tentavam achar uma saída naquela escuridão mas de nada adiantava, pois as portas foram lacradas.
Um cheiro forte tomou conta do recinto, as pessoas começaram a ficar sonolentas. Bárbara soube pelo odor forte que a fumaça era de halotano, gás usado para analgesia.. Se a pessoa respirasse aquele ar por mais de 30 segundos cairiam em um sono profundo e só acordariam 8 horas depois. Ela reconhecendo o cheiro disse:
- Tapem o nariz, e tentem respirar o menos possível. Vamos entrem debaixo da mesa. - disse ela entrando debaixo da mesa
- Que cheiro é esse? - perguntou Angella já com o nariz tapado
- Halotano. Esse gás tem efeito anestésico. - respondeu Bárbara
- Como você sabe disso? - perguntou Marcello impressionado com a presteza de Bárbara
- Depois eu lhe explico. Agora façam o que eu disse. Respirem o menos possível.
Antonnio estava surpreso com a reação de Bárbara. Nunca havia visto uma mulher com tanto desprendimento como ela. Além de bonita era também uma mulher prevenida e parecia não se deixar abalar pelas surpresas da vida.
Bárbara parecia e muito com Vallentina, não só fisicamente mas as atitudes eram as mesmas. Antonnio se lembrava que no leito de morte de Vallentina, ela ainda tinha forças para amenizar a dor que ele sentia em perdê-la . Antes de falecer ela disse com um pequeno sorriso em seu rosto sofrido, que a morte não era aquilo que todos pensavam, mas sim uma passagem de um estado para outro assim como a água que se transforma em vapor e depois se torna chuva. Pediu para Antonnio, não lamentar sua morte, pois a morte não dói como a vida. Essas palavras finais de Vallentina soavam como um eco na cabeça de Antonnio. E vendo Bárbara ali ao seu lado, pode sentir a presença de Vallentina, algo que há muito tempo não sentia.
Um feixe de luz surgiu no meio do salão, parecia que uma porta havia sido aberta. Abriram as portas colossais do salão e Elizabeth, Natasha, Catherine e Anna entraram. Catherine e Anna procuravam a chave para acender todo o Pallazzio de novo, enquanto Elizabeth e Natasha andavam entre as pessoas que dormiam no chão do imenso salão. Chamavam por Bárbara quando ouviram:
- Estou aqui! - respondeu Bárbara mexendo na cadeira para que elas pudessem saber onde estava
A luz voltou ao salão , Elizabeth e Natasha puderam chegar na mesa de Bárbara. Centenas de pessoas deitadas no chão transformavam o salão e um imenso albergue.
- Bárbara você esta bem? - perguntou Elizabeth
- Estou e vocês como estão?
- Estamos bem. Onde esta Federico? - perguntou Natasha
- Levaram ele. Vocês não viram? - perguntou Bárbara
- Não! Vimos somente eles carregando uma pessoa algemada, mas estava com capuz, não deu para ver o rosto. E estava tudo muito escuro lá de fora. - respondeu Catherine chegando a mesa
- Esse aqui é Antonnio Benini, Angella e Marcello. - informou Bárbara apresentando seus amigos
- Vocês estão bem? Precisam de alguma coisa? - perguntou Anna
- Estamos sim, graças a sua amiga. - respondeu Antonnio olhando para Bárbara
- O que faremos com essas pessoas aqui? - perguntou Angella
- Não se preocupem já chamamos a polícia e os paramédicos. - respondeu Elizabeth
A imprensa chegou primeiro que a polícia e foram entrando pelo salão a procura de informação sobre o acontecido. A CNN e a BBC já estavam ali fazendo suas matérias ao vivo a respeito do ocorrido.
- Você pode nos dar uma declaração do que aconteceu aqui? - perguntou um repórter para Angella
- Antonnio Benini, o que aconteceu aqui? - outro repórter perguntava
árbara, Anna, Catherine, Elizabeth e Natasha, colocaram as máscaras do baile para não serem reconhecidas pela mídia e seguiram pedindo licença, retirando Antonnio do meio dos repórteres e seguiram para fora do Pallazzio. Angella vinha atrás com Marcello que dava um pequeno relato a imprensa do que havia acontecido ali.
A confusão parecia estar maior de fora do Pallazzio. Vários helicópteros de emissoras chegavam para cobrir um acontecimento que pela primeira vez ocorria no famoso Baile de Máscaras de Veneza.
Elas seguiam com Antonnio, Angella e Marcello, quando uma mão pegou na mão de Elizabeth:
- Venham por aqui!
- Aisha?
- Sim sou eu. Vi no noticiário o que aconteceu . Agora me sigam.
Marcello ficou no Pallazzio, pois como era o organizador da festa tinha várias providências a serem tomadas.
Aisha seguiu com eles pela rua debaixo Caminharam por ela até chegarem, viraram a esquerda e seguiram por uma ruela que dava direto no hotel onde estavam hospedados. O dia já começa a surgir e a névoa dava espaço para os raios de sol que brilhava no céu azul.
- Aisha, muito obrigada por nos ajudar! - exclamou Elizabeth
- Não foi nada. Vocês me ajudaram também! Não se esqueçam que hoje temos aquela reunião e sua amiga Bárbara poderá ir também. Não é mesmo Antonnio?

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